Semana da Ciência e Tecnologia



O Museu da Cerâmica convida para a Semana da Ciência e Tecnologia, este ano com uma palestra sobre "Não há estrelas verdes no céu".

Contamos consigo!

Loja - peça do mês de novembro


Festa de Aniversário no Museu da Cerâmica


Novas Doações ao Museu da Cerâmica

O Museu da Cerâmica incorporou recentemente diversas doações que vieram enriquecer e valorizar as suas coleções, contribuindo para o estudo e um melhor conhecimento dos autores representados.

Trata-se de peças significativas de ceramistas caldenses, de assinalável interesse artístico e documental: três pratos decorativos com marca atribuída a Ângelo Marcelino Garcia, doados pelos netos de Manuel Mafra, Senhores Rui Mafra e Eduardo Mafra, com o apoio do GAMC – Grupo dos Amigos do Museu da Cerâmica, o qual igualmente doou uma miniatura de Eduardo Mafra Elias, “Cantigas de amor”, uma peça da autoria de Leonel Cardoso, um prato comemorativo atual e uma carta autógrafa de Rafael Bordalo Pinheiro, datada de 1903; também nesta oportunidade deu entrada no acervo do Museu uma peça de cerâmica – “Totem” – da autoria de Miguel Ramos, aluno do Curso de Cerâmica Criativa do Cencal, premiado por trabalhos que apresentou no decorrer da sua formação.


O Museu da Cerâmica demonstra o seu reconhecimento por estes gestos generosos e de cidadania, que vêm alargar as suas coleções e confirmar o importante papel da sociedade civil para a ampliação qualitativa e quantitativa dos acervos dos Museus e para a preservação do património e da memória comum.

4 de outubro às 18 horas


Peça do mês de outubro


Loja - peça do mês de outubro


Jornadas Europeias do Património - Museus no Centro


É o Amor - 13 de setembro às 21h30


13 de setembro, 21h30, no jardim do Museu da Cerâmica, mais uma sessão de cinema ao ar livre!
É o Amor (2013) / João Canijo – 135 min

Atores: Anabela Moreira, Cassilda Pontes, Francisco Torrão, Francisquinho, Paula Saraiva, Sónia Nunes
Depois do sucesso internacional de “Sangue do Meu Sangue” (2011), o cineasta João Canijo estreia o seu mais recente filme, “É o Amor”, que é um misto entre documentário e ficção.
Escrito por Canijo e a actriz Anabela Moreira, é uma versão mais extensa da curta-metragem “Obrigação”, criada no âmbito do Curtas Vila do Conde 2012.
Segundo João Canijo na sua nota de intenções: “este filme é sobre duas mulheres que têm duas maneiras muito diferentes de corresponder à confiança que lhes é dada e pedida. Porque, para além do retrato das mulheres das Caxinas, este é um filme sobre uma amizade que nasce entre duas mulheres muito diferentes: a mestra Sónia e a actriz Anabela. Sónia é a mestra escolhida para protagonizar o filme, Anabela é a actriz que se infiltra no seu meio para descobrir uma personagem das Caxinas”.
Em Caxinas, freguesia de pescadores em Vila do Conde, cidade do Norte de Portugal, a relação entre a mulher e o pescador funda-se numa confiança vital, numa dependência recíproca e total para a sobrevivência da família. Porque a mulher confia e depende do pescador para ganhar a vida, e o pescador confia e depende da mulher para governar a vida.

Neste filme acompanhamos um grupo de mulheres das Caxinas no seu dia-a-dia, no trabalho quotidiano e com a família. Com a ajuda de uma actriz que se torna mais uma entre as mulheres das Caxinas.

Cinema nos Museus” é uma iniciativa que durante 9 semanas traz a 7ª arte aos espaços museológicos durante as noites de verão, numa organização conjunta de "Museus no Centro" / Direção Regional de Cultura do Centro, em colaboração com a Fila K / Cineclube (Coimbra).
O Museu da Cerâmica conta ainda com o apoio do Atelier Arte e Expressão.


A Gruta dos Sonhos Perdidos - 6 de setembro às 21h30

6 de setembro, 21h30, no jardim do Museu da Cerâmica, mais uma sessão de cinema ao ar livre!

A Gruta dos Sonhos Perdidos (2010) / Werner Herzong – 90 min
Documentário

Durante mais de 20000 anos, as Grutas Chauvet estiveram completamente seladas por uma enorme pedra, escondendo o seu interior incrustado a cristal, do tamanho de um campo de futebol e recheado com os restos de gigantescos mamíferos da Idade do Gelo. Em 1994, um grupo de cientistas descobriu as grutas e encontrou centenas de pinturas cristalinas, espectaculares obras de arte datando de mais de 30000 anos – quase o dobro de outra qualquer descoberta do género – uma era onde os Neanderthal ainda habitavam a Terra, e ursos das cavernas, mamutes e leões da Idade do Gelo eram a população dominante da Europa. Desde então, poucas pessoas tinham tido acesso às Grutas Chauvet, e o verdadeiro significado do seu conteúdo permaneceu desconhecido – até que Werner Herzog conseguiu autorização para lá fazer um filme. Filmando em 3D, Herzog capta a beleza e a maravilha de um dos mais inspiradores locais da Terra, ao mesmo tempo que divaga, no seu inimitável estilo, sobre os seus habitantes originais, o nascimento da Arte e as curiosas populações que rodeiam hoje em dia as grutas.
O documentário "A Gruta dos Sonhos Perdidos" resulta do acesso exclusivo do realizador Werner Herzog ("Grizzly Man", "Polícia Sem Lei") às grutas de Chauvet-Pont-d'Arc, descobertas em 1994 na pequena cidade com o mesmo nome, no Sul de França. Vistas por poucos, as suas extraordinárias pinturas rupestres de 32 mil anos são as mais antigas alguma vez encontradas, tornando este local num dos mais importantes pontos de interesse científico, quer para a arqueologia como para a geologia.
Com câmaras 3D de última geração, o realizador leva-nos a uma viagem ao passado da Humanidade e ao nascimento da Arte.

Uma iniciativa "Museus no Centro", com o apoio da Fila-K e do Atelier Arte e Expressão.


Loja - peça do mês de setembro


Peça do mês - setembro 2013


A Arca Russa no Museu da Cerâmica - 30 de agosto às 21h30


30 de agosto, 21h30, no jardim do Museu da Cerâmica, mais uma sessão de cinema ao ar livre!

A Arca Russa (2002) / Aleksandr Sokurov – 96 min

Atores: Sergei Dontsov, Leonid Mozgovoy, Mariya Kuznetsova, Aleksandr Chaban, Maksim Sergeyev e Vladimir Baranov

Este é um filme verdadeiramente singular ao misturar tecnologia de ponta, uma narrativa inovadora e um estilo único de realização, criando um acontecimento sem precedentes na história do cinema: um filme de ficção sem um único corte, num contínuo movimento de câmara.
O realizador recria os maiores eventos históricos que tiveram lugar no Hermitage, fundindo Arte e História numa viagem intemporal.
O filme foi rodado integralmente no Palácio Museu Hermitage, e conta uma história que atravessa 300 anos da História da Rússia com mais de 3.000 atores e figurantes, um guarda-roupa sumptuoso, três orquestras ao vivo num dos maiores palácios do mundo, o Hermitage de São Petersburgo. Após três meses de preparação e ensaios, o filme foi feito num único dia: 23 de dezembro de 2001.
Uma iniciativa "Museus no Centro", com o apoio da Fila-K e do Atelier Arte e Expressão.

Requiem - 23 de agosto às 21h30


23 de agosto, 21h30, no jardim do Museu da Cerâmica, mais uma sessão de cinema ao ar livre!

Requiem (1998) / Alain Tanner – 105min

Atores: André Marcon, Canto e Castro, Cécile Tanner, Lia Gama, Márcia Breia, Raul Solnado, Zita Duarte

A partir do romance de António Tabucchi, o filme é rodado na zona de Lisboa.
A história principia num tórrido domingo de verão. Paul, o narrador, tem um encontro marcado com um Convidado que é, de fato, o fantasma de Fernando Pessoa. Chega a Lisboa ao meio-dia, mas apercebe-se que os encontros dos fantasmas ocorrem mais frequentemente à meia-noite.
Entre o meio-dia e a meia-noite, Paul encontra uma série de personagens da Lisboa do presente e fantasmas do passado. Cruzam-se os caminhos entre os mortos e os vivos, simultaneamente ou em momentos descompassados, até se encontrar finalmente com Pessoa; Paul cruza-se com donos de restaurante, a dona de um bordel, um mendigo, um guarda de cemitério, um motorista de táxi, uma velha cigana, todos fortemente ancorados numa cultura lisboeta que se apaga lentamente. Através de toda a história vagueia o espírito de Pessoa e um poderoso sentimento de saudade e remorso.
O filme “REQUIEM” é rodado em Portugal (Lisboa), contém uma espantosa sequência no Museu Nacional de Arte Antiga, quando o realizador filma a pintura "As Tentações de Santo Antão" de Hieronymus Bosch.
Uma iniciativa "Museus no Centro", com o apoio da Fila-K e do Atelier de Arte e Expressão.

Cinema nos Museus

Nove semanas de cinema nos Museus

Nove filmes, cinco museus, dois meses de cinema ao ar livre.

Numa iniciativa conjunta de "Museus no Centro" / Direção Regional de Cultura do Centro, em colaboração com a Fila K Cineclube (Coimbra) e o Atelier de Arte e Expressão, o Museu da Cerâmica traz a sétima arte ao seu espaço durante as noites de verão.

A iniciativa decorre entre 15 de julho e 15 de Setembro.
Todas as sextas-feiras, às 21h30

A programação deste ciclo de cinema nos museus inclui os seguintes filmes:

19 julho - O que há de novo no Amor? (2011), de Hugo Alves, Hugo Martins, Mónica Baptista, Patrícia Raposo, Rui Santos e Tiago Nunes (111’)
26 julho - Duas Feras / Bringing Up Baby (1938), de Howard Hawks (102 min)
2 agosto - Viagem em Itália / Viaggio in Italia (1954), de Roberto Rossellini (79 min)
9 agosto - A Mulher que Viveu Duas Vezes / Vertigo (1958), de Alfred Hitchcock (123 min)
16 agosto - Manhattan (1979), de Woody Allen (96 min)
23 agosto - Requiem (1998), de Alain Tanner (105 min)
30 agosto - A Arca Russa / Russkiy kovcheg (2002), de Aleksandr Sokurov (96 min)
6 setembro - A Gruta dos Sonhos Perdidos / Cave of Forgotten Dreams (2010), de Werner Herzog (90 min)
13 setembro - É o Amor (2013), de João Canijo (135’)

valor por sessão / 1 euro (apoio logístico).

20 de agosto às 15 horas, INSCREVE-TE JÁ!

Se quiseres experimentar fazer uma peça na roda de oleiro, inscreve-te já para o Atelier de Olaria com Ana Sobral, já na próxima 3ª feira, dia 20 de agosto, às 15 horas!
 





Manhattan no Museu da Cerâmica


16 de agosto, 21h30, no jardim do Museu da Cerâmica, mais uma sessão de cinema ao ar livre!

Manhattan (1979) / Woody Allen – 129min
Atores: James Stewart, Kim Novak, Tom Helmore, Barbara Bel Geddes

James Stewart é John Ferguson, um ex-polícia que sofre de vertigens. Contratado por um velho amigo para seguir a sua mulher Madeline (Kim Novak), Ferguson acaba por desenvolver uma paixão obsessiva por ela. "A Mulher que Viveu Duas Vezes", uma das obras-primas de Hitchcock, é um filme para ver e rever e voltar a ver. O cineasta nunca tinha sido - nem nunca mais viria a ser - tão desesperadamente romântico. É quase uma celebração funesta, perversamente necrófila, que avança em estado febril até à eclosão da tragédia. E quem poderia imaginar que o afável James Stewart se tornasse numa presença tão perturbadora?

Uma iniciativa "Museus no Centro", com o apoio da Fila-K e do Atelier Arte e Expressão.


Peça do mês - agosto 2013



 


Apresentação das Equipas do Caldas Sport Clube